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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Algumas coisas que você ainda não sabe sobre o açúcar



Açúcar é bom, mas vicia. É bom, mas engorda. É bom, mas derrete. E o que mais você sabe sobre essa substância mágica que levanta seu nível de alegria e de glicemia? Antes de qualquer coisa, você precisa entender que existem dois tipos principais de açúcar: o que provém da cana e o que é extraído da beterraba. Nos dois casos, o processo inclui a extração do suco da cana e da beterraba, que será então processado para evaporar e formar os cristais que você usa para adoçar seu cafezinho.

Esse temperinho adocicado surgiu na Índia no ano 500 A.C. O processo que envolvia a cristalização do açúcar naquela época era bem parecido com o de hoje: fervia-se o caldo da cana até que ele evaporasse e só restasse os cristaizinhos. Conheça, a seguir, mais algumas curiosidades a respeito desse ingrediente:

Consumo
Fonte da imagem: Pixabay
  • Os maiores produtores de açúcar são Brasil, Índia, China, União Europeia e Tailândia. O maior consumidor de açúcar é o Brasil.
  • Valores nutricionais? Nenhum. O açúcar apenas contém calorias vazias.
  • Você consome em média 30 colheres de chá de açúcar por dia, quatro vezes o recomendado pela Associação Americana do Coração.
  • Essa medida equivale à ingestão de 496 calorias por dia.
  • O consumo não prejudicial para mulheres é de seis colheres de chá de açúcar por dia. Para os homens, esse valor sobe para nove.
  • A maior fonte de açúcar é o refrigerante. Para uma quantidade de 1,5 L dessa bebida são usadas aproximadamente 53 colheres de chá de açúcar.
Alguns benefícios

Fonte da imagem: Reprodução/Latina

O açúcar mascavo e os outros tipos mais escuros contêm antioxidantes, que ajudam no combate a algumas doenças e também na prevenção do envelhecimento das células. Ainda assim, se você estiver procurando uma fonte de antioxidantes, escolha frutas e vegetais.

Essa substância, indo contra tudo o que você possa acreditar, não é a maior causadora da diabetes. Entre as condições que desencadeiam a doença estão, antes do consumo do açúcar, a obesidade, os maus hábitos de saúde e condições genéticas.

Se você acha que a solução para todos os seus problemas está nos adoçantes artificiais e não calóricos, talvez você fique chateado agora, mas a verdade é que esse tipo de substância pode até não ter o mesmo número de calorias que o açúcar propriamente dito, mas algumas pesquisas recentes indicam que adoçantes artificiais são capazes de deixar você com mais fome.

Se você fizer um corte em sua pele, o açúcar pode ajudar a tirar a dor e até mesmo a cicatrizar uma ferida, já que ele mata as bactérias presentes no local e ajuda na cicatrização.

Outros tipos de uso e o fator viciante
Fonte da imagem: Reprodução/AMinhaDieta

Como tratamento de beleza, o açúcar pode ser usado em cremes esfoliantes feitos em casa. Os cristais ajudarão a remover a pele morta da sua pele e ainda a deixarão com um brilho natural. Uma boa receita é misturar açúcar com azeite de oliva para massagear áreas sensíveis como as do rosto e do pescoço. Faz bem para todos os tipos de pele.

Alguns tipos de açúcar, encontrados em xaropes naturais, podem ajudar a performance de quem pratica esportes. Um estudo feito na Universidade de Ohio, com mulheres que praticam remo, concluiu que as que consumiram esse tipo de açúcar tiveram sua produção melhorada em até três vezes.

Se essa substância tem seu lado bom no tratamento esfoliante da pele, talvez seja só um sentimento de culpa, já que o consumo do açúcar está associado à aceleração do processo de envelhecimento, já que ataca o colágeno e o quebra, o que pode causar algumas rugas.

Açúcar vicia e esse pode ser o motivo que faz com que você simplesmente não consiga cortar esse ingrediente da sua vida. Essa substância ativa os mesmos receptores cerebrais que ficam ligadões em usuários de drogas. Se você sente que não consegue ficar sem aquele docinho depois do almoço e, mesmo que tente, não consegue cortá-lo, a dica é tentar substituí-lo por uma fruta ou outra fonte natural de açúcar. E, como em alguns casos de vício, vale sempre a tentativa de diminuir o consumo gradualmente. A sua saúde agradece.

Fonte: Facts List

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Estudiosos explicam porque a fé faz bem à saúde


Diversas pesquisas atestam que a fé, independente da religião, oferece benefícios à saúde, dizendo até que as pessoas religiosas têm menos doenças como depressão, ansiedade, problemas cardíacos e outros.

Em entrevista ao portal Mulher do UOL, especialistas explicam porque quem tem fé vive melhor e consegue ter equilíbrio para superar seus problemas. Entre os entrevistados está o filósofo e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Jorge Claudio Ribeiro, que justifica o resultado dessas pesquisas dizendo que quem crê consegue se recuperar mais rápido diante das dificuldades.

“Enquanto a pessoa que não acredita em nada tem mais chances de se desesperar diante de uma dificuldade”, disse ele. Ribeiro também fala que a conexão com uma força maior produz um sentimento de segurança e conforto.

O teólogo e chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, David Charles, também falou com a reportagem do UOL dizendo que “ter fé é assumir um compromisso pessoal com uma determinada visão de mundo”. Esse compromisso só pode ser assumido “quando se consegue atribuir verdade e valor ao conjunto de princípios que ela expressa”.

“É interessante que a experiência em que se está investindo apresente subsídios que poderão ser usados no dia a dia. Ou seja, o que se aprende no templo precisa fazer sentido no mundo lá fora”, diz.

Entre as ferramentas que podem ser usadas para o desenvolvimento da espiritualidade estão leituras diversas, orações, meditação e até mesmo a música, como explica o pesquisador do Centro de Estudos em Medicina Comportamental da UNIFESP, Ricardo Monezi. “A religião e a religiosidade, que é a prática e a vivência da religião, são ferramentas que o ser humano pode usar para desenvolver a espiritualidade”.


Fonte: Gospel Prime

sábado, 1 de junho de 2013

8 mitos absurdos sobre dieta


Praticamente qualquer indivíduo sobre a face da terra — com ou sem problemas de peso — lhe dirá a sua receita particular para alimentação saudável, caso você pergunte. Há, de fato, inúmeros “caminhos das pedras” por aí e, de fato, parece ser incrivelmente difícil encontrar qualquer tipo de consenso entre os profissionais da área.

Mas há alguns mitos que são realmente absurdos, conforme listou o site Popsci. Confira abaixo:

Uma caloria é sempre uma caloria

Eis a famosa matemática da balança. Trata-se também de um dos erros mais comuns, mesmo entre profissionais de nutrição e outras áreas relacionadas à saúde. De fato, considerar calorias como um valor abstrato pode ser algo realmente perigoso.

Ao comparar-se os efeitos sobre o organismo da frutose e da glicose, por exemplo, uma caloria pode fazer muita diferença — a primeira estimula o apetite, aumenta a resistência à insulina e também a obesidade abdominal. Por outro lado, ingerir proteínas acelera o metabolismo e reduz mais a forme, em comparação com gorduras e carboidratos.

Ingerir muitas proteínas faz mal à saúde

A opinião comum é um tanto quanto clara em relação aos males de se ingerirem muitas proteínas. As visões funestas vão desde a falha dos rins até osteoporose. Bem, no que se refere a esta última, embora seja fato que uma pessoa que ingere mais proteínas excrete mais cálcio, pesquisas apontam que a ingestão dessas mesmas proteínas estão associadas a ossos mais fortes.
Fonte da imagem: Reprodução/Popsci



Quanto aos males causados aos rins, ainda não existem estudos conclusivos. Na verdade, os dois fatores mais associados a riscos para os rins são a diabetes e a pressão alta — ingerir proteínas, de fato, ajuda a reduzir os riscos de doenças nos rins em idades mais avançadas.

A melhor dieta é aquela com menos gordura

Conforme lembra o referido site, as dietas de baixas calorias viram moda ao final da década de 1970 — não por acaso, no momento em que os problemas de obesidade se tornavam mais preocupantes em diversos países.

Entretanto, conforme provou um estudo realizado com diversas mulheres — dividias entre as que se alimentavam normalmente e aquelas que conduziam dietas com redução de gorduras — revelou que dietas dessa natureza não previnem o ganho de peso. Também não há associações apreciáveis com prevenção de doenças cardiovasculares. De fato, reduzir gordura provou-se como algo bem pouco eficaz.

Todos deveriam diminuir o consumo de sódio

Eis aqui mais um “lugar-comum” típico quando se tratam de dietas. O sódio, entretanto, é um eletrólito crucial para o funcionamento do corpo, já que mantêm o equilíbrio celular — sem o qual nós simplesmente morremos. Por um longo período, demonizou-se o sódio como agente para o aumento da pressão arterial e também como potencializador para o aparecimento de doenças.
Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons



Bem, embora seja fato que o sódio faz elevar a pressão sanguínea no curto prazo, os estudos não dão suporte à ideia de que baixar o nível de sódio previne problemas do coração. Além disso, foi provado que a restrição de sódio faz aumetnar o nível de triglicerídeos e de colesterol no organismo. Dessa forma, a menos que você possua problemas de pressão, é pouco recomendável realizar cortes drásticos de sódio.

Gordura saturada eleva o colesterol ruim e causa doenças

Eis outro campeão entre os mitos. Reza o senso-comum que ingerir gorduras saturadas vai colocá-lo vários passos mais próximo de algum problema cardiovascular. Essa ideia nasceu de algumas observações pouco confiáveis feitas durante as décadas de 1060 e 1980, conforme lembrou o site Popsci.

Entretanto, não há qualquer associação concreta entre o consumo de gorduras saturadas e problemas de coração. Gorduras saturadas aumentam o colesterol HDL (o “bom”) e alteram o LDL (o “mau”), transformando-o em uma versão benigna. Dessa forma, não parece haver qualquer motivo para limar do cardápio alguns bons pratos com gorduras saturadas — desde com o devido controle, naturalmente.

Café faz mal

O café é sem sombra de dúvida um dos vilões mais tradicionais de uma dieta entendida como “saudável”. De fato, é verdade que a cafeína — o componente estimulante do café — acaba por aumentar consideravelmente a pressão sanguínea no curto prazo. Entretanto, diversos estudos tem mostrado que a ingestão de cafeína diminui consideravelmente o risco de desenvolvimento de diversas doenças.

De fato, o café ajuda no desempenho cerebral, faz queimar calorias mais rapidamente, reduz o risco de diabetes (em até 67%, de acordo com alguns estudos). Também provou-se que a ingestão periódica de cafeína ajuda a prevenir contra os males de Alzheimer e de Parkinson, além de proteger o fígado contra a cirrose e câncer.

Além disso, o café é também um poderoso antioxidante, sendo, inclusive, mais efetivo do que frutas e vegetais.

Ovos são cheios de colesterol e causam doenças

Eis aqui um vilão mais tradicional que o café. “Desde sempre” diz-se que ovos são abarrotados de colesterol e que, portanto, são altamente perigosos para o equilíbrio alimntar. Entretanto, embora realmente tragam quantias elevadas de colesterol, isso não significa, automaticamente, que haverá um aumento do colesterol presente no sangue.
Fonte da imagem: Reprodução/Popsci



Na verdade, jamais foi provado que os ovos realmente fazem mal à saúde. De acordo com diversos nutricionistas, trata-se mesmo de um dos alimentos mais saudáveis que se podem comer, já que são ricos em vitaminas, minerais e antioxidantes.

Dietas com poucos carboidratos não funcionam e são perigosas

As dietas com baixos níveis de carboidratos são consideradas perigosas em razão respeitável quantia de gordura saturada que é ingerida. Isso levo à crença de que aumentariam os riscos de problemas cardiovasculares e também de outras doenças crônicas. Não obstante, desde 2002 são efetuados diversas avaliações aleatórias, a fim de comparar os resultados de uma dieta “normal” àqueles obtidos com baixa ingestão de carboidratos.

Em praticamente todos esses estudos, concluiu-se que dietas de carboidratos provocam mais perda de peso do que aquelas que reduzem calorias. Também observou-se uma baixa drástica no nível de triglicerídeos — um dos grandes responsáveis por problemas cardíacos. Por fim, a dieta também fez aumentar o nível do colesterol HDL (o “bom” colesterol) e representou melhorias no nível de açúcar e insulina do sangue (sobretudo em diabéticos).

Fonte: Popsci

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Comprovado: a aposentadoria faz mal à saúde


O sonho de se aposentar pode parecer incrível para grande parte da população, enquanto outros simplesmente não suportam a ideia de ficar sem ter nada para fazer. Quem sabe, este segundo grupo tenha razão, ao menos é o que um estudo divulgado na última semana comprova.

Segundo dados do Institute of Economics Affairs (IEA), de Londres, a aposentadoria leva a um "drástico declínio da saúde" a médio e longo prazo. De acordo com o estudo, as pessoas devem trabalhar por mais tempo por questões de saúde, além das finanças.

A pesquisa foi feita em conjunto com a Age Endeavour Fellowship, com foco na relação entre a atividade econômica, a saúde e as politicas publicas de saúde na Grã-Bretanha. Os cientistas compararam informações de aposentados com as pessoas que, mesmo após terem a idade mínima para a aposentadoria, optaram por continuar trabalhando.

Os resultados são surpreendentes: logo após a aposentadoria, é possível observar uma leve melhora na saúde, mas, em longo prazo, a aposentadoria passa a representar um declínio significativo no organismo dos indivíduos.

Além disso, a aposentadoria pode elevar em até 40% as chances de que o individuo desenvolva quadros de depressão, além de aumentar em até 60% a possibilidade de surgimento de doenças físicas, colocando saúde física e mental em risco.

Para Philip Booth, diretor da IEA, "Trabalhar mais não será apenas uma necessidade econômica, mas também ajudará as pessoas a viverem vidas mais saudáveis". Edward Datnow, presidente da Age Endeavour Fellowship, complementa "Não deveria haver uma idade `normal` para a aposentadoria no futuro".

Segundo a BBC, o governo da Grã-Bretanha já está planejando elevar a idade mínima para a aposentadoria, que é afixada em 65 anos para os homens e 60 para as mulheres. O movimento já ocorreu na França, com um aumento gradual que deve chegar à meta em 2018.

Fonte BBC

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